Humanitaris - pessoas / people
Quarta-feira, 9 de Maio de 2012
A paz que procuramos
A paz é um bem que todos procuramos, contudo, muitas vezes, não o cultivamos. Então, se não o cultivamos, como podemos encontrá-lo? É impossível, é um paradoxo.
E não o cultivamos, desde logo, nas relações que estabelecemos uns com os outros, de um para um. É, aqui, que começa a falta de paz. Exigimos, pressionamos, manipulamos, controlamos, não respeitamos. Logo, não pode haver paz. A paz exige trabalho, exige compreensão, exige partilha e diálogo. E paciência, é um trabalho diário, de todos os minutos e horas. Começa em nós, mas pode contaminar os outros. Vão ver que vale a pena!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: o Homem ao Serviço do Homem
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Quarta-feira, 25 de Abril de 2012
Não dar largas ao desespero
Quando pensamos que o desespero tomou conta das nossas vidas, temos que ganhar forças. Forças para levantar a cabeça e começar de novo. Pode parecer difícil, pode parecer que não existe mais nada além do horizonte, mas existe.
Não podemos é dar largas a algo que nos vai "enterrar" ainda mais. A nossa vida é demasiado preciosa para a desperdiçarmos com pensamentos negativos, promessas desfeitas ou ideias sem cabimento. Estamos aqui, é, no aqui e agora, que vamos encontrar as soluções. Nunca desistam!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: Projeto Português de Desenvolvimento Humano e Organizacional
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Quarta-feira, 11 de Abril de 2012
A importância de ter pensamento próprio
Estamos sempre a receber influências das mais variadas origens, nas mais variadas situações. É assim desde que nascemos. Afinal, vivemos em sociedade. Isto não quer dizer, contudo, que temos de pensar, de fazer o que os outros querem ou insinuam. Ter um espírito crítico pode ajudar, pensar pela própria cabeça pode ajudar. É que cooperar com os outros é ótimo, deixar que os outros falem e pensem por nós é péssimo!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: o Homem ao Serviço do Homem
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Quinta-feira, 29 de Março de 2012
Podemos mais ......
Podemos mais do que aquilo que imaginamos. Não se limitem, não fiquem agarrados a crenças - estas instiladas pelos outros ou por nós mesmos - que vos impedem de ir ao encontro daquilo que são.
Abracem o inesperado, comecem de novo, aproveitem o que vos foi dado e construam um novo figurino, aquele que faz saltar o coração e vibrar a alma. Atrevam-se!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: Projeto Português de Desenvolvimento Humano e Organizacional
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Quarta-feira, 14 de Março de 2012
Há injustiças que podem ser corrigidas
A vida é injusta, dizem algumas pessoas. E, em parte, é verdade. Há muita pobreza, muitas diferenças sociais, muito sofrimento. Enfim, um sem número de problemas que nos fazem questionar o porquê, o porquê de uma determinada situação.
Acontece, porém, que existe uma quota de parte de responsabilidade nossa. Algumas injustiças podem ser corrigidas e nada fazemos por isso, mesmo, quando estamos perante problemas que nos afetam diretamente, que dmininuem a nossa qualidade de vida. Às vezes gostamos de pensar que estamos destinados a viver no sofrimento, a deixar que os outros cometam as maiores arbitrariedades, mas não é assim.
Por vezes, a chave para a liberdade está nas nossas próprias mãos, no nosso espírito. Não devemos é pensar que a injustiça cometida ontem, hoje e que, muito provavelmente, vai ocorrer, de novo, amanhã, é um fardo que nos oprime e do qual não nos consigamos jamais livrar. A vida não é assim, a vida não tem que ser assim e cabe-nos a nós perceber que esse facto e agir de acordo. Não vamos esperar que outros façam por nós, que a "sorte" mude, vamos, antes, agir no aqui e no agora.
Sandra Ribeiro
Humanitaris: o Homem ao Serviço do Homem
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Quarta-feira, 29 de Fevereiro de 2012
Deixar a vida passar ao lado
Por vezes não é possível realizar todos os sonhos, viver todas as quimeras. Sabendo disto, não vamos, contudo, cruzar os braços à espera que algo de extraordinário venha ao nosso encontro.
Sempre à espera que algo aconteça, a vida pode passar ao lado. E a vida é demasiado preciosa para ser vivida desta forma. Pode não ser, agora, pode não ser, amanhã ou depois - é que os sonhos dão trabalho -, mas algum dia podemos ver concretizada aquela ideia, aquele projeto que, num momento, estava, apenas, na nossa mente.
E, nessa altura, terá valido a pena esperar, lutar, terá, inclusive, valido a pena ter feito alguns sacrifícios. Até porque, de outra forma, a felicidade não será tão completa. Uma obra nossa, que nasce do nosso esforço e vontade é sempre mais valiosa!!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: Projeto Português de Desenvolvimento Humano e Organizacional
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Quarta-feira, 22 de Fevereiro de 2012
Reconhecer as mudanças nos outros, as suas novas identidades
As pessoas mudam, nós mudamos e, por vezes ou muitas vezes, temos dificuldades em encarar este facto. Então, fazemos de conta, fazemos de conta que a pessoa que está ao nosso lado, família ou amigo, continua a ser o mesmo de sempre, que nada mudou.
Podemos fazer de conta, mas não vamos conseguir melhorar nada com isso. Vamos é piorar as coisas. Ao não reconhecermos as alterações que se verificam, na vida, na personalidade - porque estamos sempre a mudar - dos outros, deixamos, ainda que sem querermos, de os reconhecer.
E quando não reconhecemos uma pessoa, a sua nova identidade, deixamos também de a respeitar. É como se utilizássemos um registo que já não funciona mais. A solução? A solução passa por perceber as mudanças, por ouvir o outro quando este explica o que se está a passar na sua vida. É que isto acontece. O outro explica, explica e explica e do outro lado não existe qualquer tipo de reação ou, então, existe uma reação, mas desfasada da nova realidade. Assistimos a uma espécie de diálogo de surdos. Não deixem que isto aconteça sob pena de ir cada um para seu lado, terminando, assim, uma relação pessoal que pode ter anos ou até décadas!!
Sandra Ribeiro
Humaitaris: O Homem ao Serviço do Homem
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Quarta-feira, 15 de Fevereiro de 2012
Atrás de um desafio vem outro
Gostaríamos, por vezes, que a vida fosse sempre suave, sempre igual, com os dias a sucederem-se uns aos outros, pacíficos como uma brisa de Primavera. Mas não é assim.E é bom que saibamos que não é assim. Quando já tivermos percorrido um tempo menos bom, uma experiência menos favorável, é preciso ter em conta que os ciclos de fartura e escassez vão continuar a suceder-se, os desafios vão continuar a surgir na nossa vida. Não é porque ultrapassamos um que já estaremos para sempre livres de outros.
Não estou a dizer de, modo algum, que as nossas existências devem ser encaradas com pessimismo, apenas, que há sempre dois pólos, dois fluxos e que devemos ter essa noção. Se a tivermos, estaremos por certo mais preparados para enfrentar aquilo que a vida nos quiser oferecer.
Sandra Ribeiro
Humanitaris: Projeto Português de Desenvolvimento Humano e Organizacional
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Quarta-feira, 8 de Fevereiro de 2012
Vale a pena refletir e aprender
A vida é sábia e mostra-nos a oportunidade de aprendermos, uma das principais tarefas que vimos, aqui, realizar qualquer que sejam as nossas qualidades, defeitos, missão de vida. Todos temos esta a oportunidade, a de aprender.
A verdade, no entanto, mostra-nos que poucas são as pessoas que se apercebem deste fenómeno. É que uma e outra vez a vida lhes mostra que poderão não estar a fazer a coisa certa ou a tomar a atitude mais correta, e elas nada, continuam iguais ao que sempre foram. São tão centradas no seu umbigo, tão cheias de si que são incapazes de ver que algo não vai bem.
O caminho até pode continuar a ser suave, com poucos desafios, mas perdeu-se uma grande possibilidade, a de ascender, de evoluir, de ser melhor pessoa em relação a tudo aquilo que nos rodeia e até face a nós próprios.
Porque se nos apercebemos que podemos mudar e o fazemos, estamos, em primeiro lugar, a beneficiarmo-nos a nós mesmos, a alimentarmo-nos de uma nova energia. Só depois, claro está, é que podemos alimentar os outros. Vão ver que vale a pena!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: O Homem ao Serviço do Homem
Sábado, 4 de Fevereiro de 2012
A ansiedade pode ser corrosiva
A ansiedade é dos estados emocionais que mais problemas traz às pessoas nos dias de hoje. Em sociedades stressadas como as nossas vivemos em constante ânsia, em constante ebulição, sempre à espera de algo que está por vir.
Esquecemo-nos do presente e vivemos à espera de um futuro que não sabemos o que nos vai trazer. Pensamos sempre que vai ser melhor e, entretanto, o momento que estamos à viver já passou e mais uma oportunidade se foi. Tudo à conta da ansiedade. Porque tenho de resolver aquele problema, porque tenho de ganhar mais dinheiro, porque tenho de chegar àquele lugar e o outro pode ultrapassar-me.
A ansiedade é, na verdade, mais um monstro criado por nós, pela nossa mente. Não é racional e, mais tarde, até nos apercebemos que não tem qualquer tipo de adesão à realidade. Que aquilo que tanto temíamos ou ansiávamos não passava de uma fantasia da nossa cabeça.
A ansiedade também tem a sua origem numa sociedade que vive muito do exterior, dos aparentes sinais de sucesso que as pessoas tomam para si como se fossem seus. O resultado pode ser uma correria nervosa atrás de uma quimera que, entretanto, nos impede de viver, de viver o momento presente com a qualidade que todos merecemos.
Sandra Ribeiro
Humanitaris: O Homem ao Serviço do Homem
Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012
O outro lado de nós
De um lado estão as nossas qualidades, do outro, os nossos defeitos. De um lado, está a nossa luz, do outro, a nossa sombra. Gostamos muito da primeira parte, por vezes, temos dificuldades em aceitar a segunda.
Talvez fosse uma boa ideia pensarmos que esta dicotomia é, no final de contas, a mesma moeda, mas com duas faces. Podemos vir a lidar melhor com o fenómeno. Aquilo que, num momento, é visto como uma qualidade, pode transformar-se, a seguir, pelo efeito da expansão, do exagero ou, pelo efeito contrário, da contração, num defeito. Um exemplo? Uma atitude corajosa pode, afinal, mediante as circunstâncias, transformar-se em arrogância ou em cobardia.
A razão é simples: é que somos humanos e, como tal, não vivemos, constantemente em perfeito equilíbrio. Os nossos defeitos podem, assim, ser o outro lado, o outro lado da moeda, as nossas qualidades em estado exacerbado ou contraído. Esta noção não vai eliminar tudo aquilo que menos gostamos em nós, mas pode, pelo menos, ajudar-nos a trazer alguma paz, alguma consciência.
Sandra Ribeiro
Humanitaris: Projeto Português de Desenvolvimento Humano e Organizacional
Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012
Problems may not be what they seem
Sometimes we have tendency to overreact when we face certain problems. We think that we can not solve them, that they are the grateast issues that we have to overcome.
I am not saying that we should not be preoccupied with the events of our lives. I am just saying that we should put everything in perspective. Something that appears really bad at on time, may not be the same later one.
Just don't get too angry, too anxious, too revolted, too nervous if something does not go as well as you think. Sometimes, the problem is with us. We create our own difficulties, they are more a product of the mind than a real situation.
Do not let your imagination, your creativity opress you, creating problems that are just little challenges of every day life!!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: Portuguese Project of Personal and Organizational Development
Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012
Ser honesto compensa
A honestidade aplica-se, normalmente, a questões materiais. Se uma pessoa é honesta, é porque é confiável, porque cumpre com a sua palavra nas questões financeiras, profissionais que mantém connosco. E este conceito está correto.
Acontece, porém, que existe outro tipo de honestidade. Aquela que utilizamos ou não nas nossas relações sociais, de todos os dias. E está já é um pouco mais rara. Preferimos usar algumas ou muitas máscaras para que os outros "caiam" na "armadilha" que lhes montámos. O objetivo? Quase sempre, é de tom egoísta, para que possamos continuar, acima de tudo, a promover os nossos interesses. A verdade, a autenticidade pouco interessam. O que interessa é que eu consiga atingir as minhas metas.
As relações com outros carecem, por isso, de profundidade, são algo de superficial que se vai mantendo enquanto tal me for conveniente. Assim, passam várias pessoas pelas nossas vidas, mas, infelizmente, não ficam nas nossas vidas. Ninguém se interessa, ninguém se preocupa. É, por isso, que a solidão fere e fere tanta gente, porque ninguém se preocupa. Está tudo muito ocupado com os seus afazeres, com a sua vida e os seus interesses.
Talvez não fosse má ideia sermos um pouco mais honestos, verdadeiros, interessados no outro e não, apenas, naquilo que consideramos ser tão vital ao nossso desenvolvimento. Não vamos estar com o outro, apenas, porque nos traz algum tipo de vantagem. Pensem nisto!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: o Homem ao Serviço do Homem
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Sexta-feira, 6 de Janeiro de 2012
Podemos ter a chave que vai eliminar o nosso sofrimento
Provavelmente, nunca vamos conseguir eliminar por completo o sofrimento das nossas vidas. Há sempre algo que se afigura como uma espécie de pedra no nosso sapato.
É, no entanto, preciso entender que, por vezes, este sofrimento advém do nosso próprio comportamento. Uma grande parte das vezes, inconsciente. Somos manipuladores ou manipulados, assediadores ou assediados, somos obsessivos, ciumentos ou alvo desse ciúme, neuróticos, enfim, fazemos sofrer ou deixamos que outros nos façam sofrer.
Está ali, em nós, algum tipo de desequilíbrio e nem sequer reparamos, nem sequer nos apercebemos.
Não nos apercebemos que a chave para o fim do nosso sofrimento somos nós próprios, somos nós que temos de dizer aos outros que basta, que não podem continuar a fazer aquilo que muito bem entendem. Por outro lado, haverá também oportunidades para o autor do sofrimento. Sendo chamado a atenção para tal facto, poderá, quem sabe, vendo o mal que causou, mudar para melhor.
Todos podem mudar para melhor, porque, por vezes, sem querermos, fazemos os outros sofrerem ou somos nós o alvo do sofrimento. Não deixem que isto aconteça. Parem este dialética antes que ela vos pare a vós com uma depressão ou outra patologia ainda mais grave.
Para tal, é preciso coragem, é preciso lutar para que as relações que estabelecemos com os outros se orientam pelos princípios da igualdade, do respeito, da consideração. Não é impossível e pode evitar muito sofrimento mental, emocional e espiritual.
Sandra Ribeiro
Humanitaris: o Homem ao Serviço do Homem
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Terça-feira, 3 de Janeiro de 2012
Todos fazemos a diferença
Há algumas pessoas que estão convencidas que só podem fazer a diferença na vida delas ou de outros se construírem grandes obras, se forem autores de grandes feitos capazes de ficar na memória de todos ou, até mesmo, nos anais da eternidade.
Ora, todos fazemos a diferença. Não é preciso ser um grande arquiteto, cantor, cientista para deixar uma marca, para darmos significado à nossa existência. E a razão é simples: é que a nossa existência tem significado per si, existe per si, não necessita de grandes feitos para ter validade.
Além disso, estamos a fazer a diferença sempre. A partir do momento em que nos levantamos, que respiramos já estamos a fazer a diferença. Sim, porque se nós existimos e tudo à nossa volta existe e acontece, é porque tem a sua razão de ser.
Quando sorrimos, fazemos a diferença, quando ajudamos alguém que precisa, quando visitamos um conhecido numa cadeia ou num hospital, fazemos a diferença.
Fazemos a diferença como pais, como amigos, como profissionais. Estamos sempre a fazer a diferença. É certo, poderá ser para pior ou melhor, mas é sempre algo de distintivo, é a nossa marca. E essa não precisa de grandes feitos, de grandes obras. Porque sozinha já tem um grande significado, porque sozinha pertence ao milagre da vida que é indecifrável e único.
Sandra Ribeiro
Humanitaris: o Homem ao Serviço do Homem
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Terça-feira, 27 de Dezembro de 2011
Um tempo para refletir, um tempo para seguir novos rumos
Estamo-nos a aproximar do final do ano. Uma boa altura para fazer balanços. Estou certa que não os fazemos, somente, nesta época, mas, de facto, até porque alguns de nós estão de férias, este pode ser o momento ideal para refletirmos um pouco mais.
É que sem reflexão, sem meditarmos em maior profundidade sobre aquilo que temos vindo a realizar, dificilmente, poderá existir mudança, aquele clique que nos pode levar a outras paragens. E esta mudança poderá estender-se aos diversos aspetos de que se compõe a nossa vida. A mais importante será, contudo, aquela que nasce do nosso coração. É que sem essa, as outras acabarão por desmoronar-se.
Se queremos, efetivamente, melhorar a nossa condição seja ela qual for, tal vontade terá partir do nosso interior, do nosso âmago mais profundo. De outra forma, cai à primeira dificuldade, à primeira adversidade, ao primeiro obstáculo. E não vamos querer que isso aconteça se, de facto, nos comprometemos a mudar para melhor.
Aproveitem este tempo de maior calmia para, eventualmente, tomar novos rumos, novas sendas!!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: o Homem ao Serviço do Homem
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Sábado, 24 de Dezembro de 2011
Terça-feira, 20 de Dezembro de 2011
A dor pode afinal não ser aquilo que pensávamos
Continuando a falar do tema dor e sofrimento, é preciso ter em atenção que, por vezes, podemos não estar, no momento, a ver as coisas como elas realmente são.
Como referi, é preciso identificar o tal "campo de dor", aquilo que se vai repetindo ao longo do nosso percurso e nos faz sofrer.
É preciso, no entanto, ver se aquilo que se nos depara é, efetivamente, a tal dor que tanto receamos.
É que podemos ser enganados por um erro de perceção. Por vezes, temos esta tendência, a de sofrer por antecipação, pensando que, uma vez mais, o destino se virou contra nós.
Por vezes, é preciso deixar que o tempo exerça o seu papel. Pode demorar um dia, uma semana, um mês, um ano.
É que, por vezes, interpretamos mal aquilo que nos acontece e acabamos por tomar por sofrimento aquilo que não é. Há que deixar a poeira assentar e descobrir o que estava encoberto. Podemos ter alguma surpresa e, afinal, aquilo que já era para nós uma avalanche de neve não passa de um floco inofensivo.
Identificar o "campo de dor", sim, relativizá-lo, enquadrá-lo, enfrentá-lo de, uma outra forma, se ele voltar a surgir, sim, mas também deixar o tempo atuar por forma a detetá-lo com maior segurança sob pena de estarmos a criar fantasmas, onde eles não existem. Trata-se, afinal, de simplificar o sofrimento. Uma atitude que vale para esta e outras áreas da nossa vida.
Sandra Ribeiro
Humanitaris: Projeto Português de Desenvolvimento Humano e Organizacional
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Sexta-feira, 16 de Dezembro de 2011
Identificar a dor e aprender e curá-la
O sofrimento, a dor qualquer que seja a sua origem causam, naturalmente, angústa e pesar ao ser humano. Todos nós já nos confrontámos com esta realidade.
É certo: muito temos evoluído nesta matéria graças ao avanço da ciência e da técnica. Há, contudo, uma margem de sofrimento e de dor que, dificilmente, conseguimos controlar, já que é algo que está ligado à nossa história de vida e que, por vezes, até, mostra um padrão repetitivo. É algo que afeta o nosso bem-estar emocional, espiritual.
Por vezes, damos connosco a questionarmo-nos: outra vez, como é que isto está acontecer de novo? O que fiz de errado para que esta situação penosa voltasse à minha vida? Poderemos não ter feito nada, mas podemos vir a fazer no futuro.
Em primeiro lugar, é preciso perceber, onde reside a tal área da nossa vida que nos causa maiores transtornos. Esse é o primeiro passo: a identificação. Identificar a origem da dor, o "campo da dor" podemos chamá-lo assim. De seguida, há que interiorizar, aceitar que é ali que os limites da minha existência atuam com maior insistência. E, isto porque quer queiramos ou não, eles manifestam-se, não o podemos evitar.
Mas não vamos encarar isto com desespero, revolta ou, até com uma depressão. Há muitas coisas boas na nossa vida, então, teremos que aceitar que há um lado que se revela, naturalmente, mais difícil.
Como podem ver, desta forma, já estaremos a afastar-nos do sofrimento, encarando-o como algo que, fazendo parte do nosso caminho, não o vai limitar ou diminuir. Já estamos a meio do processo de cura.
Para que o mesmo seja completo, há que preparar o terreno não vá o "campo de dor" voltar a manifestar-se mais à frente. E como é que se faz isto? Preparando-nos como se prepara um atleta de alta competição para os próximos Jogos Olímpicos. Enchendo o nosso coração e a nossa alma com serenidade, paz, alegria e, muito importante, com uma nova consciência. Dessa forma, quando o "campo de dor" voltar até nós, saberemos dar-lhe a resposta certa.
Uma resposta consciente, lúcida, calma, madura. Terá que ser uma resposta também incisiva, dada no momento certo, nem antes nem depois. Não deixem que a situação dolorosa uma vez identificada se prolongue no tempo, porque vos falta a coragem.
Como um atirador que aponta para o seu alvo e faz todos os esforços para lhe acertar à primeira, também assim deveremos agir em relação aos padrões repetitivos que constituem o nosso "campo de dor". Dessa forma, o ciclo estará completo, o processo de cura terminado. Lá está, não podemos eliminar o sofrimento, mas podemos tentar curá-lo o melhor possível. Devemos isso a nós próprios!!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: o Homem ao Serviço do Homem
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Terça-feira, 13 de Dezembro de 2011
We have all we need to be happy
Sometimes people enter in a rut of despair because they think: I do not have the necessary habilities to be happy. I am not intelligent enough, I am not beautiful enough and I would like to be a model.
And I ask: why thinking like this? Why wasting time with this kind of suffering? We suffer but we do not have a reason. And that happens because nature is very intelligent. We all born with all that we need to be happy. Of course, life has it's challenges but one thing is for sure: nothing could be better or worse.
We all born with the talents, the habilities that can make our hapiness. Nothing is there to be wasted, nothing is there to be changed. All is in perfect balance. Maybe, we have not discovered yet the purpose, maybe we will do it some day.
So we just have to discover our inner talents and direct them into our promised land. Maybe we can not be a model or a pop star, but perhaps we could just be a good mother or father and help our child to be a healthy and, once again, happy adult.
There is no such things as more or less important people in life. We all are important, we all have a role to play, we all can be very happy fulfilling our lives purpose. Do not be a copy, a shadow, be a model, be yourself!! You have all that it takes to get there!!
Sandra Ribeiro
Humanitaris: Portuguese Human and Organizational Development Project
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